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	<title>Blog do Momento &#187; autobiografia</title>
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		<title>BACIA DO MACUCO</title>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2008 01:19:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joao Romao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[autobiografia]]></category>
		<category><![CDATA[Bacia do Macuco]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[memórias]]></category>

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		<description><![CDATA[SINCERIDADE
O elo de entendimento entre sábios corações 

A autobiografia e memórias Bacia do Macuco registram fatos vividos ou presenciados pelo seu autor, bem como os julgamentos sobre si mesmo na relação com eles. Historicidade, exame crítico das memórias nelas contidas e exercícios introspectivos são partes do tecido literário da obra. Nela existem passado, presente e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">SINCERIDADE</p>
<p class="MsoNormal">O elo de entendimento entre sábios corações<span> </span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">A autobiografia e memórias Bacia do Macuco registram fatos vividos ou presenciados pelo seu autor, bem como os julgamentos sobre si mesmo na relação com eles. Historicidade, exame crítico das memórias nelas contidas e exercícios introspectivos são partes do tecido literário da obra. Nela existem passado, presente e esperanças futuras, estas sendo o porvir, já que situadas além da linha demarcatória da vida no “aqui e agora”. Mas o autor não a impregnou com persuasões espirituais incrustadas em si mesmo. Dele só discorre sobre as experiências e julgamentos humanos e transcendentais. Dois outros personagens foram colocados na sua obra como paradigmas, um do monte Gerizin e o outro do monte Ebal (Deuteronômio cap. 26 vs. 12 e 13).<span> </span></p>
<p class="MsoNormal">
<p><a href="http://www.blogdomomento.com.br/wp-content/uploads/2008/05/36541.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-329" title="36541" src="http://www.blogdomomento.com.br/wp-content/uploads/2008/05/36541.jpg" alt="" width="120" height="192" /></a> O livro pincela um passado que o autor procura sepultar no presente continuado do seu viver necessário ou morrer incessante em meio ao que pertence ao modo contingente. Por não prestigiá-lo extensivamente, perde no presente o poder deformador do medo. Serve-lhe mais como pajem, e tem a sua nobreza assentada no diretor de consciência que resulta das comparações do que tem sido para si as exigências de Deus no presente. Isto se presta para a valorização do seu presente, pois nele existem duas oportunidades: melhorar os investimentos na “boa” forma espiritual e evitar as práticas que contribuam para deformá-la, o que, na verdade, são práticas correntes entre os homens de bem.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Isto lhe faz trabalhar com algumas comparações do seu modo de pensar a aludida melhoria com outras experiências que a descrevem com palavras diferentes no aqui contingente, usando, contudo, significados semelhantes. Mas para que se saiba qual o caráter pessoal que inspira o ensaio apologético comparativo do livro, o autor precisou introduzir neste roteiro de leitura um interstício entre o que escreveu como pensamentos próprios e o que sobre eles escreveram outros pensadores, uns inspirados por Deus e outros talvez não. Nesse interstício introduziu uma ilustração que ouviu de um mestre notável:<span> </span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">“Na Roma antiga, alguns vendedores de esculturas expunham-nas à venda com a informação: ‘Sine Cera’ – de onde nos vem a palavra sinceridade” –<span> </span>explicara o professor –. “Assim, precaviam-se contra os efeitos da má reputação lançada no mercado de artes por comerciantes desonestos que costumavam cobrir com cera os defeitos causados pela deterioração das esculturas no tempo. Esses danos cobertos pela cera reapareciam tão logo as esculturas fossem expostas ao calor do dia.” Seguiu-se à metáfora da ilustração a explicação do significado que o mestre queria introduzir na lição para falar das vidas que precisavam de restauração e que insistiam em representar a boa forma espiritual sob a máscara do artifício ceráceo”.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">O autor teve em mente descrever fatos verossímeis e também verossimilhanças que lhe ajudassem a traçar esboços comparativos entre duas experiências subsistentes. A primeira é natural e contingente, fazendo parte de todas primitivas experiências físicas, mentais e psicológicas da maioria de todos os seres humanos. A segunda ele procurou colocar na ordem das coisas transcendentais que ocorrem no devir de grupos de pessoas humanas que se entrelaçam nos vínculos com o Cristo histórico que, não sendo do mundo, como afirmam as Sagradas Letras, nele encarnou para introduzir na experiência humana o que é transcende a esta natureza.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Nesse desiderato a que é impulsionado pela sua própria experiência, ele tenta perlustrar o trabalho de um pastor de almas (seja católico, evangélico ou protestante) e em seguida, na conclusão da obra, oferecer uma abordagem comparativa entre dois destinos diametralmente opostos um do outro. Levando para isso o leitor a assistir o patético desmoronamento de sua antiga admiração por uma figura emblemática que lhe serve então de antítese a ser considerada no decurso de toda a obra.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Com esse final ele escreve um convite à releitura do seu livro.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Em “Bacia do Macuco”, título que associa as experiências passadas com o personagem que era objeto da antiga admiração do autor e os termos dos ensinamentos que a releitura da obra oferece, reponta o fato de que escrever é um bom exercício introspectivo (e por que não dizer o mesmo sobre o exercício da leitura?). E quem se coloca aqui no exercício do mister de escrever expõem-se. Sem arrependimento possível, pois o faz justamente para favorecer a nobre causa de induzir os leitores a esse mesmo exercício.</p>
<p class="MsoNormal">Como Encomendar:</p>
<p class="MsoNormal">Por e-mail:<span> </span>amigosdasletras@terra.com.br</p>
<p class="MsoNormal">Por telefone: (0XX – 11) 4825-7440</p>
<p class="MsoNormal">Valor unitário: R$ 20,00 (despesas com remessa pelo correio incluídas)</p>
<p class="MsoNormal">
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