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MOTIVOS PARA RIR

Sunday, May 31st, 2009

1.. NO GINECOLOGISTA

A mãe, desesperada, pergunta pro médico:
- O que houve com ela, doutor?
- Sua filha está com o clitóris igual a uma tampinha de caneta bic!
- Azul, doutor ?
- Não, todo mordido.

2. NA CLÍNICA PARA DEFICIENTES
Na hora do almoço, um interno ia passando pelo refeitório, quando o cozinheiro lhe pergunta:
- Quer uma torta, amigo?
- Agora não, obrigado! Acabei de comer uma ceguinha!

3. NO DEPARTAMENTO DE IMIGRAÇÃO
- Sexo?
- 3 vezes por semana.
- Não… eu quero dizer masculino ou feminino.
- Não importa.

4. NO CELEIRO
Diz a ovelha para o carneiro:
- Tens tão pouca lã…
- Tá, mas viemos para aqui trepar ou fazer tricô ???

5. NO UROLOGISTA
Uma mulher, toda boazuda, vai ao consultório médico:
- Doutor, queria que fizesse algo pelo meu marido… Algo que o fizesse ficar como um touro!
- Pois bem, dispa-se. Vamos começar agora mesmo pelos
chifres…

6. NA BALADA
Um cara chega para uma mulher e diz:
- Tá afim de uma transa mágica?
A mulher pergunta:
- Como é uma transa mágica?
Ele diz:
- É muito simples, a gente transa e depois você desaparece.

7. NA FESTA
 O menininho pergunta pra mãe:
-Mamãe! Por que você é branca, papai é negro e eu sou japinha…
-Ah, meu filho! Se você soubesse a festa que houve naquele dia… você tem sorte por não latir.

8. NO PLANTÃO MÉDICO
O sujeito vai ao hospital, caindo de bêbado. Durante a consulta, vêm as perguntas de praxe:
- Nome?
- Juvenal dos Santos!
- Idade?
- 32 anos.
- O senhor bebe?
- Vou aceitar um gole, mas só pra te acompanhar!

9. NA BOLSA
A mãe americana encontra uma lata de cerveja na bolsa
da filha e pergunta para si mesma:
- Será que minha filha está bebendo?
  A mãe italiana encontra um maço de
cigarros na bolsa da
filha e se questiona:
- Será que minha filha está fumando?
  E, como não poderia faltar, a mãe portuguesa encontra uma camisinha na bolsa da filha, e se pergunta:
- Meu Deus! Será que minha filha tem pinto???!!!

10. NO LAR PARA IDOSOS
Dois velhinhos conversando:
- Você prefere sexo ou Natal?
- Sexo, claro! Natal tem todo ano, enjoa.

11. NO FIM
No consultório, fim de tarde, o médico dá a péssima notícia:
- A senhora tem seis horas de vida.
Desesperada, a mulher corre para casa e conta tudo para o marido. Os dois resolvem gastar o tempo que resta da vida dela fazendo sexo. Fazem uma vez, ela pede para repetirem. Fazem de novo, ela pede mais. Depois da terceira vez, ela quer de novo. E o marido:
- Ah, não, chega! Eu tenho que acordar cedo amanhã… você não!

12. NA PESCARIA
A portuguesinha de 10 anos vai pescar com o pai e volta com o rosto todo inchado. A mãe, assustada, pergunta:
- Minha filha, que houve?
- Foi um marimbondo, mamãe…
- Ele te picou ?
- Não deu tempo, o papai matou ele com o remo.

13. NO PARQUE (o Lucio e um amigo)
Dois rapazes gaúchos pedalavam suas bicicletas pelo parque. Um deles pergunta:
- Onde conseguistes essa tua magnífica bicicleta?
O segundo respondeu:
- Estava eu a pé, caminhando ontem por aí, quando encontrei uma guria da classe com esta bicicleta. Ela atirou a bicicleta ao solo, despiu toda a roupa e disse-me:
- Vem, e pegues o que quiseres.
O outro:
- Bah, escolhestes bem. Provavelmente a roupa não te servirias.

14. NO GERIATRA
O médico atende um velhinho milionário que tinha começado a usar um revolucionário aparelho de audição:
- E aí, seu Almeida, está gostando do aparelho?
- É muito bom.
- Sua família gostou?
- Ainda não contei para ninguém, mas já mudei meu testamento três vezes.

 

15. “O CÚMULO DO DIA
Hoje, refletindo sobre o efeito do nada sobre porra nenhuma, me dei conta de que o Brasil é o único país do mundo governado por um analfabeto,que assinou uma reforma ortográfica, que é também alcoólatra e instituiu uma
lei seca... 
E o dito cujo, esta semana, ainda teve a petulância de pedir a Deus,para dar INTELIGÊNCIA ao Barack Obama, que é formado em Harvard...

É mole?

 

16. Frase do dia

 

"OBAMA agora é chamado de OB ele está no melhor lugar, mas na pior hora...."

RAÍZES DA VIOLÊNCIA

Friday, May 16th, 2008

¨OS JORNAIS” ultimamente cuidam de estampar em manchete a onda de violência que assola o país e o mundo – aliás também motivo de pesquisa DA CNT/SENSUS – divulgada alguns dias atrás. Lembro-lhes de quando no exercício o cargo de magistrado, em Minas Gerais – atuando nas varas criminais e de família – julgando casos escabrosos – impressionou-me, há muito, o crescimento da violência e com requintes, cada vez maior, de crueldade o que me impulsionou e me levou a buscar a Raiz dessa Violência. Como explicar o crime de um anjo de 05 anos – Isabella Nardoni – ou do pai austríaco que confessa incesto por 24 anos – ou até mesmo a crueldade DA mãe com a filha – em Goiânia – e tantos outros assassinatos de pais que assustam a humanidade. Encontrei a resposta nos ensinamentos colhidos no livro escrito pelo Padre Jesuíta – Pierre Teilhard de Chardin – nascido em Puy-de-dôme França – 1881 e falecido em Nova Iorque em 1955 – “O problema do futuro humano”. Assim, em apertada síntese, extrai o seguinte, em prosa e versos:

Pessoas existem com sensações fortes.

Almas vazias que tem sede de vingança.

Adoram encher o seu deserto interior de dores.

Inclinam-se a fazer o mal sem temperança.

A “peste emocional” velada, lenta aparece,

Sorrateira por trás de boas intenções,

Com propósitos de ajudar investe-se.

Como defensores DA sociedade com razões.

No entanto, com o passar do tempo,

A pessoa acometida por essa “doença”,

Vai invadindo todos OS espaços, como pó.

Como Uma erva invade Uma plantação,

Tal qual um câncer invade o organismo,

E dominando tudo o que está a seu redor.

Acompanhamos o trágico acontecimento,

Que assolou um país Rico, sem remorso.

De surpresa foi atingido de modo violento.

O qual se julgava intocável e bastante seguro,

11 de setembro de 2001, momento fatídico.

Surge com sua ousadia sócio-psicopática,

Bin Laden feriu o coração de Uma nação,

Apresenta nítidas características doentias.

O homem mais conhecido e comentado,

Explodiu em chamas – World Trader Center.

Ele está contaminado pela “peste emocional”.

A humanidade derramou lágrimas de tristeza.

Osama, seus seguidores e muitos outros,

Também contaminados pela “peste emocional”,

Aplaudiam a bravura daquele homem.

Como isso só não bastasse tal atrocidade,

Surge alguns dias depois o chamado Anthrax,

Disseminando-se no espaço como erva daninha,

Da mesma forma que a peste se dissemina,

Colocando em risco a saúde de toda a humanidade.

O indivíduo acometido pela peste emocional,

Troca tudo por minutos de sensação de prazer.

Outros difamam o irmão, filho, pais e familiares,

Sejam eles parentes próximos ou distantes.

Brinca de esconder, mas esconde de verdade;

Clamufla e finge ser o filho ou o pai bondoso,

Mas nutrem ódio de quem está por perto,

Porque pode atrapalhar OS seus planos;

Apresenta com espírito vingativo mesmo.

Mata por herança, seguros, e muito mais.

Mas que doença é essa?

“A peste emocional é Uma biopatia crônica”.

Uma disfunção do sistema neurovegetativo,

Nela existe um comprometimento emocional

Comprometimento físico, por conseqüência.

Para nos fazer entender que crimes assim,

Só são possíveis numa sociedade doentia,

Dilacerada pela peste emocional como a nossa.

São retratos vivos e coloridos dos caminhos,

Que a humanidade, sem valores, optou trilhar.

O homem na sua insanidade e agressividade

Além de se destruir, destrói e agride tudo,

E se continuar nessa sanha destruidora,

Abandonará, logo, o próprio planeta aonde vive.

Por: Urquiza Alvim

Magistrado em Minas Gerais

A Alma dos Diferentes – Artur da Távola – Poesias e Crônicas‏

Tuesday, May 13th, 2008

Ah, o diferente, esse ser especial!

Diferente não é quem pretenda ser.
Esse é um imitador do que ainda não
foi imitado, nunca um ser diferente.

Diferente é quem foi dotado de alguns mais e de alguns menos em hora,
momento e lugar errados para os outros.
Que riem de inveja de não serem assim.
E de medo de não agüentar, caso um dia venham, a ser.
O diferente é um ser sempre mais próximo da perfeição.

O diferente nunca é um chato.
Mas é sempre confundido por pessoas menos
sensíveis e avisadas.
Supondo encontrar um chato onde está um diferente,
talentos são rechaçados; vitórias, adiadas; esperanças, mortas. Um diferente
medroso, este sim, acaba transformando-se num chato.
Chato é um diferente
que não vingou.

Os diferentes muito inteligentes percebem porque os outros não os entendem.
Os diferentes raivosos acabam tendo razões sozinhos, contra o mundo inteiro.
Diferente que se preza entende o porque de quem o agride.
Se o diferente se mediocrizar, mergulhará no complexo de inferioridade.

O diferente paga sempre o preço de estar – mesmo sem querer – alterando
algo, ameaçando rebanhos, carneiros e pastores.
O diferente suporta e digere a ira do irremediavelmente igual: a inveja do comum; o ódio do mediano.
O verdadeiro diferente sabe que nunca tem razão, mas que está sempre certo.

O diferente começa a sofrer cedo, já no primário, onde os demais de mãos
dadas, e até mesmo alguns adultos por omissão, se unem para transformar o
que é peculiaridade e potencial em aleijão e caricatura.
O que é percepção aguçada em : ‘Puxa, fulano, como você é complicado’.
O que é o embrião de um estilo próprio em: ‘Você não está vendo como todo mundo faz?

O diferente carrega desde cedo apelidos e marcações os quais acaba incorporando.
Só os diferentes mais fortes do que o mundo se transformaram
( e se transformam) nos seus grandes modificadores.

Diferente é o que vê mais longe do que o consenso.
O que sente antes mesmo dos demais começarem a perceber. Diferente é o que vê mais longe do que o consenso.
O que sente antes mesmo dos demais começarem a perceber.
Diferente é o que se emociona enquanto todos em torno agridem e gargalham.
É o que engorda mais um pouco; chora onde outros xingam; estuda onde outros burram.
Quer onde outros cansam. Espera de onde já não vem. Sonha entre realistas.
Concretiza entre sonhadores. Fala de leite em reunião de bêbados.
Cria onde o hábito rotiniza.
Sofre onde os outros ganham.
Diferente é o que fica doendo onde a alegria impera.
Aceita empregos que ninguém supõe.
Perde horas em coisas que só ele sabe importantes.
Engorda onde não deve.
Diz sempre na hora de calar.
Cala nas horas erradas.
Não desiste de lutar pela harmonia.
Fala de amor no meio da guerra.
Deixa o adversário fazer o gol, porque gosta mais de jogar do que de ganhar.
Ele aprendeu a superar riso, deboche, escárnio, e consciência dolorosa de que a
média é má porque é igual.

Os diferentes aí estão: enfermos, paralíticos, machucados, engordados,
magros demais, inteligentes em excesso, bons demais para aquele cargo,
excepcionais, narigudos, barrigudos, joelhudos, de pé grande, de roupas
erradas, cheios de espinhas, de mumunha, de malícia ou de baba. Aí estão,
doendo e doendo, mas procurando ser, conseguindo ser, sendo muito mais.

A alma dos diferentes é feita de uma luz além.
Sua estrela tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os pouco capazes de os sentir entender.
Nessas moradas estão tesouros da ternura humana. De que só os diferentes são capazes.

Não mexa com o amor de um diferente. A menos que você seja
suficientemente forte para suportá-lo depois.


Esta mensagem foi enviada por: LENA BOSI.